Esclerose Múltipla: Técnicas de Comunicação Terapêutica
A Esclerose Múltipla (EM) afecta mais de um milhão de pessoas em todo o mundo. Os estudos epidemiológicos apontam para a existência de 450.000 pessoas com Esclerose Múltipla só na Europa, sendo a incidência maior nos países nórdicos. Estima-se que o número de doentes em Portugal seja da ordem dos 5000.
Site da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla: http://www.spem.org/
Site da Associação Nacional de Esclerose Múltipla: http://www.anem.org.pt/
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18:37:55

Ola…gostava de saber como posso ajudar, no apio psicologico, um doente com esclerose multipla, sendo enfermeiro.
A propósito da Esclerose Múltipla, gostava de partilhar convosco uma situação lamentável que está a acontecer na região de Leiria e que está a prejudicar 45 doentes com esta doença e poderá vir a atingir muitos mais.
Na semana passada, a Administração do Hospital de Santo André EPE retirou da farmácia hospitalar o medicamento que os pacientes utilizavam há já mais de uma década, substituindo-o por outra terapêutica. Os médicos continuam a prescrever o tratamento habitual, mas os farmacêuticos ignoram as receitas e trocam o medicamento sem que o doente nada possa fazer.
Indignados, alguns desses doentes manifestaram-se frente à porta do Hospital exigindo respostas da Administração do estabelecimento sobre a retirada abrupta do medicamento. O hospital na altura prometeu aos doentes que o medicamento utilizado até então seria reposto na farmácia mas até agora nada mudou.
Esta é uma doença crónica, com a qual não é nada fácil lidar, que afecta não apenas os doentes, mas familiares, amigos e sociedade, de uma forma geral.
Agora é Leiria mas daqui a algum tempo poderá ser outra cidade e outros doentes a terem a sua qualidade de vida prejudicada…
Cristina Gomes
A propósito da Esclerose Múltipla, gostava de partilhar convosco uma situação lamentável que está a acontecer na região de Leiria e que está a prejudicar 45 doentes com esta doença e poderá vir a atingir muitos mais.
Na semana passada, a Administração do Hospital de Santo André EPE retirou da farmácia hospitalar o medicamento que os pacientes utilizavam há já mais de uma década, substituindo-o por outra terapêutica. Os médicos continuam a prescrever o tratamento habitual, mas os farmacêuticos ignoram as receitas e trocam o medicamento sem que o doente nada possa fazer.
Indignados, alguns desses doentes manifestaram-se frente à porta do Hospital exigindo respostas da Administração do estabelecimento sobre a retirada abrupta do medicamento. O hospital na altura prometeu aos doentes que o medicamento utilizado até então seria reposto na farmácia mas até agora nada mudou.
Esta é uma doença crónica, com a qual não é nada fácil lidar, que afecta não apenas os doentes, mas familiares, amigos e sociedade, de uma forma geral.
Agora é Leiria mas daqui a algum tempo poderá ser outra cidade e outros doentes a terem a sua qualidade de vida prejudicada…